Sou Rivelino Rodrigues, designer e desenvolvedor front-end. Antes disso — e ainda hoje — sou professor de tecnologia há mais de 15 anos. Já participei de reunião pedagógica, já vivi período de matrícula por dentro e já sentei com pai indeciso.
Isso muda a conversa. Quando o cliente me diz que a equipe não dá conta da ficha em papel, eu não preciso de tradução: eu sei quantas mãos aquele papel passa e onde ele se perde. Aprendi isso na escola, mas a pergunta é a mesma na clínica, no escritório e na loja — onde o processo trava?
Do lado técnico, desenho e programo a mesma coisa. Não existe uma agência no meio para atrasar sua alteração, nem um designer entregando um layout que o programador não consegue montar. Você fala com quem faz.